A rima se faz sem virar a esquina

A rima se faz sem virar a esquina A rima é um tapete desarvorado A rima, à espreita, se descortina A rima é um portão vestido emprestado. A rima é rica, tem ares de outono A rima se doa a árvores à toa A rima se dói; quando se magoa, A rima logo procura outraContinuar lendo “A rima se faz sem virar a esquina”

[esparsos] Kunjapuri, Rishikesh

I Feliz aniversário, mestre Marugananda, eu não vou poder ficar e ajudar na sua festa por causa dessa mulher, Taki, a hóspede peruana que estava aqui no retiro semana passada. Foi ela quem me mostrou esse leque de penas de pavão quando estávamos do outro lado do rio hoje, durante o aarati, e que compreiContinuar lendo “[esparsos] Kunjapuri, Rishikesh”